O fim da noite sem luar
A noite recai sobre a lastimável alma humana
E os seres adormecem sob o manto do luar
O brilho das estrelas, perderam, o direito de sonhar.
Vagam almas perdidas pela Terra
Ilusões iluminam as disformes faces
E a esperança corroida é levada pela brisa.
O sedutor olhar da morte me hipnotiza.
Já não há outra saída
A putridão inexorável de minha essência consome minhas vísceras.
Palavras faltam para descrever o meu tormento
Repousarei para sempre com esta prosa em meu memento
Março 19, 2009 às 12:47 pm |
† Adorei o seo poema †
† posso copiar ? †
† pls †
Agosto 11, 2009 às 8:30 pm |
Pode sim. é so colocar os créditos do autor. Beijos!
Agosto 1, 2009 às 4:38 pm |
sxa